quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pai Nosso Comentado


Cristão: Pai nosso que estais no céu...
Deus: Sim? Estou aqui.

Cristão: Por favor, não me interrompa, estou orando!

Deus: Mas você me chamou!

Cristão: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou orando. Pai nosso que estás no céu...

Deus: Aí, você chamou de novo.

Cristão: Fiz o que?

Deus: Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?

Cristão: Mas eu não quis dizer isso. É que estou orando. Oro o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem orando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...

Deus: Mas como pode dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como pode dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?
Cristão: É, realmente ainda não havia pensado nisso.

Deus: Mas, prossiga sua oração.
Cristão: Santificado seja o Vosso nome...

Deus: Espere aí! O que você quer dizer com isso?

Cristão: Quero dizer...quer dizer, é... sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!

Deus: Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.
Cristão: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO ."Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu..."

Deus: Está falando sério?

Cristão: Claro! Por que não?

Deus: E o que você faz para que isso aconteça?
Cristão: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.

Deus: Tenho controle sobre você?

Cristão: Bem, eu freqüento a igreja!

Deus: Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás, e o pouco tempo que você dedica à Mim?

Cristão: Por favor. Pare de criticar!

Deus: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que oram, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.

Cristão: Está certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente peço saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...

Deus: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.
Cristão: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: "o pão nosso de cada dia nos daí hoje..."

Deus: Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembra-te daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!

Cristão: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido..."

Deus: E o seu irmão desprezado?

Cristão: Está vendo? Olhe Senhor, ele me já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.

Deus: Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?

Cristão: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!

Deus: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.

Cristão: Pode? Mas como?

Deus: Perdoa seu irmão, Eu perdoarei você e o aliviarei.
Cristão: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.

Deus: Então não me peça perdão também!
Cristão: Mais uma vez está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Está bem, está bem; eu perdôo a todos, mas ajuda-me Senhor. Mostra-me o caminho certo para mim e meus inimigos.

Deus: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você como está se sentindo?

Cristão: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.

Deus: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...
Cristão: "E não deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal..."

Deus: Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.
Cristão: O que quer dizer com isso?

Deus: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!
Cristão: Não estou entendendo!

Deus: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre a me pedir socorro.
Cristão: Puxa, como estou envergonhado!

Deus: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!
Cristão: Estou com muita vergonha, perdoa-me Senhor!

Deus: Claro que perdôo! Sempre perdôo a quem está disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.
Cristão: Terminar? Ah, sim, "Amém!"

Deus: O que quer dizer amém?
Cristão: Não sei. É o final da oração.

Deus: Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM quer dizer: assim seja, concordo com tudo que orei.
Cristão: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora obrigado por fazer-me entendê-la.

Deus: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, quer ser livre do pecado. Abençôo-te e fica com minha paz!

Cristão: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu Amigo.
                                                                                       - Autor desconhecido
Assista ao vídeo:

                                            Fique na paz do Senhor Jesus!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O Preço do Amor


Naquela tarde, um menino aproximou-se de sua mãe que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito.
Depois que ela enxugou suas mãos e tirou o avental, leu o seguinte:
- Cortar a grama do jardim: R$ 3,00.
- Por limpar meu quarto esta semana: R$1,OO.
- Por ir ao supermercado em seu lugar: R$ 2,00.
- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você foi às compras: R$ 2,00.
- Por tirar o lixo toda semana: R$ 1,00.
- Por ter um boletim com boas notas: R$ 5,00.
- Por limpar e varrer o quintal: R$ 2,00.
- TOTAL DA DIVIDA = R$16,00.
A mãe olhou para o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:
- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida: NADA.
- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti: NADA.
- Pelos problemas e pelos prantos que me causaste: NADA.
- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam: NADA.
- Por comidas, roupas e brinquedos; NADA.
- Por limpar-te o nariz e o bumbum: NADA.
- CUSTO TOTAL DE MEU AMOR = NADA.
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios  de lágrimas. Olhou nos olhos dela e disse:        
"Eu te amo, mamãe!!!’’
Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:
"TOTALMENTE  PAGO’’.
Dá para imaginar, o lindo testemunho de amor que essa mãe cristã deu para seu filho, mostrando-lhe que tudo que ela fazia por ele era, simplesmente, movida pelo amor e que não esperava receber nada por isso?
Muitas vezes, à semelhança dessa criança, queremos ser recompensados por Deus pelas boas ações que fazemos. No entanto, esquecemo-nos de duas coisas: agir assim é fazer a coisa certa pelo motivo errado e nossas boas ações não são a causa, mas a conseqüência da operação de Sua graça em nossa vida. Como por exemplo: não servimos a Deus para sermos abençoados, mas porque já fomos abençoados. Pois, o cristão não é salvo por causa das obras, mas para as boas obras. Assim, conseguiremos fazer as coisas certas pelo motivo certo - o amor. E, movidos pelo amor daremos ao mundo um poderoso testemunho sobre a razão de andarmos com Ele, falaremos de sua maravilhosa  Salvação oferecida a todo  o homem e mulher que caiu em pecado e,  porque servirmos voluntariamente a  nosso Deus.


Assista o vídeo:



     Que a benção de nosso Deus seja sobre sua vida. Até a próxima!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Arquivo Secreto



No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”.
Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo.
Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”.
Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”.
Em outros não havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”. Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava.
E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!?
Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “Músicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo.
Depois de puxar uns quatro ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado. Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo.
Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!”
Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destruí-lo.
Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo.
Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”
Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais.
Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei: “Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”
Quando enxugava as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos.
Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via uma tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente aos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão?
Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada.
Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome.
E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “Não!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “Não!” “Não!”. Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido.
O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado.
Colocou a mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos...
Se você se sente da mesma maneira, ainda há tempo de você mudar, e deixar Jesus usá-lo como instrumento para que o Seu amor possa tocar em outras vidas.
Meu arquivo "Pessoas com quem falei de Cristo" está um pouquinho maior agora...
                                                                             -  Autor desconhecido

 Assista ao vídeo:


                                    Que o Senhor te abençõe e te guarde!
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